Festival SESC Bauru de Artes Marciais

August 24, 2008

O Aikido não podia mesmo vir de outro lugar senão de um judoka “perfeito”. Sempre me esquivei de assistir a essa modalidade, seja onde for, mas aqui obrigada a registrar os melhores ângulos vi em uma luta feminina todos os fundamentos explicitamente básicos do Aikido e provavelmente avançados do Judô.

A lutadora maior (muito maior, em tamanho e peso) empurrava a menor, só não a bel-prazer porque a outra mudava de direção mais rapidamente, guiando a “dança”. O que um giro de quadril não faz! Nas palestras ouvi algo sobre baixar o centro de gravidade, mas devo ter perdido a parte em que falavam sobre sentir aquele ponto onde a gangorra entra em equilíbrio, a parada da onda antes de quebrar, etc. Tanto eu quanto as meninas: uma não se arriscaria tanto a se jogar pra cima da outra, e esta outra não tentaria evitar que isso acontecesse; existe o ponto – tudo o que é forte demais, grande demais, o que vem rápido demais desaba nele. O Judô deve ser lindo quando os lutadores sabem disso.

Semana que vem é Karatê, o duro. Vamos ver se mudo também de idéia.

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