let’s call the whole thing off

November 3, 2007

Está um pessoal aqui assistindo a um filme água-com-açúcar. De um cara feio e perseverante lá pros idos de 50, Estados Unidos. Óculos grandes, gravata, sapatos impecáveis, fanho, curvo. E perseverante.

Ter problemas e ser bonzinho (principalmente depois de Cidade de Deus e Dogville) já não dá mais. Estou pra gostar muito mais do “criminoso” de Pecados Íntimos.

Em qualquer das pausas dramáticas do filme escuto essa. Com aquele dozinho automático “Aaah.. lembrou da mãe dele, né?”.

Não faço nada além de pensar que aquele curta do Salles* Cuaron no meio de “Paris, te amo” pode servir de alguma coisa. Depois de assistir a tantas coisas e ouvir tantas piadas que jogam com conversas de duplo sentido, acabei sentindo que era um bocadinho clichê, apesar de bom, de fazer efeito. Mas tudo faz sentido agora que imagino a dita cuja no cinema. Que seria?

– (…)

ou

– Ah! Não era nada do que eu estava pensando, né? He he he.

Pois é!

*Lis me corrige. Ainda bem!

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