Estou trabalhando,
July 22, 2008
e tenho certeza que tenho algo de grande importância e prazo minúsculo em algum email.
Que o Quatro Caminhos continue me ajudando a esquecer.
(que voltei a ler bons blogs)
learn to fly
July 1, 2008
Ainda bem que eu gosto muito de música, talvez isso me redima do péssimo gosto pra esportes. Se for lembrar das pessoas que acompanhei de verdade, não vou nem lembrar o nome. Sena, Guga, aquela seleção de vôlei feminino que deu e sofreu unhadas de cubanas, outra feminina de basquete que quase leva o ouro, aquele nadador branquelo, o corredor agarrado pelo padre, os irmãos Hypollito eu só vi no youtube e faz uns oito anos que não faço idéia do que é o futebol masculino. Um mundo pop de esportes: tudo o que mais aparece no jornal do meio-dia, pra depois esquecer rapidinho.
Quando acabou a Olimpíada passada, a China foi fazer uma demonstração, uma dancinha. Claro que vibrei, pensei em ir trabalhar no Japão no período só pra poder dar um pulinho lá durante a abertura e os primeiros dias. Depois começaram a anunciar os estádios, o cubo de água, a avenida principal, os milhões de chineses (todos mestres em kung fu, claro) treinados pra limpar banheiro.
Agora eu topo com uma vitrine “free tibet”, notícias sobre o estado de depressão dos atletas chineses e do esforço do governo em manter “revolta zero” durante os jogos, o pessoal aqui comenta em como é impossível um atleta ser classificado sem se submeter a certos “tratamentos químicos”, outras “dietas nutricionais”.
Eu não sei o que aconteceu nesse meio tempo, pessoal. É porque a gente cresce e vai atrás de saber de tudo? De criança, pra mim as olimpíadas eram um teste de vôo num estádio que parecia o daqui da cidade.
Err… é claro que eu não tinha nem nascido quando “o mundo viu um 10 perfeito”. Não é pra ilustrar o que eu estava dizendo, a Nadia era o que eu queria mostrar e o texto é que é desculpa.
banksy, serres
May 24, 2008

“Eles nos puxam para trás. Considerando tudo, mais vale o observador que o vigilante, detetive ou policial, o astrônomo que vai no fundo do poço do que a mulher que, pelas costas, zomba dele com as companheiras. Quem se apresenta no real, o que olha os astros boquiaberto, ou a que se esconde por detrás para comandar a cena ridícula?”
(Em ‘Os Cinco Sentidos’, pg 36)
squeeze me
May 19, 2008
eu não sentia fome assim desde sábado
May 6, 2008
Quando eu e Naca subimos o Morro do Moreno: eu com uma maçã, ele com bolachas waffle na barriga às 6h50 da manhã.

o Morro, numa foto desvalorizativa
Mas vou continuar na frente do computador porque estou com saudades dos blogs portugueses (aqueles que sempre falam de política e bons musicistas com frases de efeito de grandes clássicos pra intercalar). Uma bôua.
estou de ressaca,
January 7, 2008
e meio atrasada, mas anfã.
Feliz 2008, pessoal.
Acabem isso de desmontar árvore de Natal e venham pro Inter (que é a única coisa na qual pensei até agora que tem essa cara “08”).

neste exato momento
November 1, 2007

alguém descansa com café tropeiro.
a drinking song
October 14, 2007
Wine comes in at the mouth
And love comes in at the eye;
That’s all we shall know for truth
Before we grow old and die.
I lift the glass to my mouth,
I look at you, and I sigh.
> W.B.Yeats via Bomba Inteligente
(pra não dizer que o blog não tem poesia
— ou que a blogueira não tem memória)
bikes pra todo lado 2
October 10, 2007

Antes da motoca veio a bicicleta. E eu era muito menos preguiçosa – na verdade todo mundo que eu conhecia e pedalava era menos preguiçoso, coisa de 8km de subida (na chuva!) não parar ninguém – e acabava indo pra tudo quanto é lugar assim. Não é só a diferença de disposição, mas também o que você vê passeando por aí assim. Pedalantes são uma outra espécie, viram meio que perdigueiros – têm mais noção de tempo, sabem de manhã se vai fazer muito sol à tarde, sabem que meses do ano trazem garoas precisamente às seis, refazem rotas, conhecem a cidade por níveis topográficos e acham que nada no mundo é impossível.

Ultimamente ando com farras de voltar pra esse timinho. Procurando sites, fazendo orçamentos, pensando em artigos sobre educação passando por meios de transporte. É incrível como as coisas pipocam (ou não, é o segredo, é o segredo!) quando estou assim, mas passeando pela FolhaOnline trombei com um post da Soninha que acaba por dizer um pouco de tudo de um jeito bem melhor.

Legal também é pensar em como fazer tudo de bike e ver que a galera já anda pensando nisso faz um tempo. Bicicletas que viram maletas, bicicletas que cabem no armário, que carregam mais pessoas, bicicletários pelas paredes, gente que corta grama com bicicletas, cidades que as disponibilizam para certos trajetos… a whole new world.

um dos meus terrores apaziguado: bagagem. é caro, mas existe.
se existe e tem foto então, é hackeável..
Por aí estão os modelos que tenho na cabeça pra comprar. Logo (espero) a mais legal de todas: a minha própria.
feed jornalístico para fechar uma boa noite
October 4, 2007
Stone head mystery leaves area vexed
By Luke BakerLONDON (Reuters) - They’ve been left on doorsteps and outside post offices in the dead of night, but no one knows what to make of the mystery of the stone heads.
As many as 20 artfully carved faces, miniature versions of the Easter Island sculptures, have been deposited in sleepy villages across northern England in recent weeks, leaving the recipients intrigued and confused.
Each of the stone heads, some measuring up to 45 cm (18 inches) high, is slightly different, but all of them have the same riddle attached, written on a thin blue card.
“Twinkle twinkle like a star, does love blaze less from afar?” it reads, with the word “paradox” written around the points of a star.
While a publicity stunt of some sort is suspected, not unlike the crop circle mysteries that obsessed Britain a decade ago, there are no clues as to who may be leaving the heads. Police, residents and recipients are all non-plussed.
mais via Reuters.

