dia de nada
June 6, 2008
Deve acontecer quando se anda desprotegido, isso de querer olhar e saber que dia amanheceu. Em Bauru (nessa época), são comuns os que amanhecem meio nublados, clareiam ao meio meio dia de sair de camiseta e à noite ficam gelados sem tiritar. Ou amanhecem já com sol, mas vão esfriando “drasticamente”.
Existem dias que chove às seis da tarde. Se o sujeito tiver companhia de um livro, espera uns quinze minutos que tudo passa. Se não, vai ensopar e ficar puto de chegar em casa assim, e com pôr-do-sol de wallpaper.
Hoje eu não sei. Apareceu na janela um fiozinho de céu entre o que pareciam duas massas pesadas de nuvens. Está claro demais, não parece chuva. Como estou nos games, me parece cenário em desenvolvimento. O encarregado ainda não decidiu se põe mais ou menos brilho, se a luz vai ser dura ou suave, se o tema é cidade abandonada ou litoral de manhãzinha. Nem pra jogar uma neblina tem certeza. Fica assim, o dia de não sentir nem estranho.
(Pelo menos trilha tem. “The Prettiest Thing”, da Norah Jones. Tentei tirar uma foto, ia dar um post bonito, mesmo que besta.)


June 10, 2008 at 7:14 pm
que coisa, não?
não é à toa que julgo estes como meus dias.
hehe