Velhice

November 20, 2009

É o que eu sinto sempre que vejo reportagem com aquele bando de garotinhos e garotinhas entrando nas salas pra fazer vestibular. Poxa! Qualquer dia vou me desentender com algum pra chamá-lo de “molecote”. Haha.

Pensando bem, enquanto eu estiver nos 20+, dá pra, sei lá, pensar em viver uns meses de seca com a mãe, é algo admissível ainda, o problema é mesmo com os 30+ e seus 13ºs, planos médicos, contratos e os presentes pra família. Tem tempo.

Outra é que as pessoas estão ficando grávidas. A minha sorte é que são todas bem nutridas e muito amadas, não rola aquele drama arranhado de oh meu deus, o que será dessa criança. Mas já está em um número bom, hem, chega porque a tia aqui não pode com mais de três de uma vez (isso porque são quatro).

Criatividade

November 14, 2009

Tirando o pó do blog, com Komboh.

Endorfinas

October 21, 2009

reis

Domadas por Liniers.

Papai do céu

October 20, 2009

Quando a minha hora chegar, que eu esteja saudável e reta e limpa; que as minhas companhias sejam boas e inteiras e muitas; que eu esteja bem calminha, com aquele negócio de paz de espírito mais cravado do que qualquer senso de justiça medieval; que eu não me arrependa nem me corrompa; e que tudo isso me baste pra esquecer ou pra vingar.

Se não, que a lei nem a faca me alcancem; que meus estudos não me abandonem; que o chão seja também meu amigo pra me acolher de pé e aceitar o presente que lhe trouxer.

Amém.

Something she has to do

October 18, 2009

Philip Glass

(Post tardio)

Ain’t tuff enuff

October 7, 2009

Anthony Lister e o sentimento do dia.

Sofia(s)

October 6, 2009

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Acontece até o fim do mês no SESC a exposição “Proibido não tocar”, do designer Bruno Munari. Mãe, pai, tio, madrinha que não trouxer a gentinha e designers que não se tocam da importância do negócio são uns babões.

Fui tirar umas fotos, já que passei do tamanho e peso permitidos pra aproveitar melhor o acontecimento. Mas o pessoal colocou vários livros (em português e italiano) pra quem se interessa pelo trabalho do homem dar uma olhada. Algumas frases de efeito ótimas nos painéis, e um clima muito bom.

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Como muito do material disponível é para público infantil (vários pré-livros, inventados pelo designer) é bem rapidinho de ver e fácil de ficar vagueando com os desenhos (árvores com ramificação quádrupla; árvores com ramificação quíntupla; árvores com vento; árvores com folhas, árvores bonitas…) enquanto a galerinha passa pelas estações (engatinhando); imagino os moldes das coisas. Moldes de livros (estou à procura de jeitos de se encadernar um), moldes de látex, moldes de brinquedos; moldes de gente – como seriam? Gente e árvores (e um outro punhado de seres) tem um “modelo de crescimento”, o DNA é molde? Imagine receber sua cadeira pequenina, ir acomodando-a no canto da sala se acomodando nela, feito a gente que joga futebol e toma sol, ela crescer assim, uma cadeira pelo que ela está destinada a ser, uma poltrona ou um banquinho de bar pelo uso que a gente faz dela. O que a gente está destinado a ser, o que a gente é por uso e desuso?

Visitei a exposição e pensei nas três Sofias por quem torço hoje. O molde já veio sem defeito nenhum; sejam boazinhas na parte do uso!

Para o Fuko

October 2, 2009

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Força, mate.

Ratos

October 1, 2009

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Que morrem quase todos, coitados, devido à reversão dos tipos: pneumococos R atenuados de qualquer tipo em linhagens L virulentas tipo 3, segundo Griffith. Ouvi dizer que encontraram algo errado nessa explicação depois que descobriram os lances de DNA, mas é a vida (ou a morte, no caso).

Gatos

September 30, 2009

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Era pra fazer o gato cozinheiro. Toda vez que eu olho pro papel em branco e tenho uma referência na frente dá um medo enorme dos ângulos estranhos que as coisas fazem entre si. Sempre acho que vou errar, mas os rascunhos andam saindo cada vez mais limpos. Preciso comprar um daqueles cadernos de designerr, capa dura, folhas grossas, espiral e tudo o mais; meu portfolio sairia rapidinho e seria muito menos pretensioso se eu conseguisse guardar as coisas que faço sem compromisso em vez daquelas que faço com esforço e técnicas que ainda não sei como funcionam.